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Arte e Cultura / Música

Como surgiu o Funk?

Funk


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Enviado por: reinaldoin (179)
Publicado em: 01/06/05 23:09hs.

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FUNK

Gênero musical derivado do rhythm and blues e do pós-bop jazz moderno, de batida mais vigorosa e
dançante, cujo apogeu se dá na década de 1970. Utiliza modernas harmonias e concentra-se no
suingue e nos elementos da soul music. Sua vocação de música para dançar está no próprio nome.
No inglês coloquial, funk significa forte odor, particularmente sexual, que pode ser associado ao
suor de quem dança com entusiasmo. Instrumentos como contrabaixo, metais e bateria
destacam-se nos arranjos. As letras trocam o tom romântico do blues e do rhythm and blues por
um estilo mais agressivo e socialmente engajado. Faz parte do conjunto de gêneros musicais
rotulados como música negra (black music), com o jazz, o soul e o blues.
 
A transição entre a soul music tradicional e o funk se dá nos Estados Unidos (EUA), nos anos
1960, com a gravadora Motown, que lança os principais nomes da música negra americana, como
Steve Wonder, Marvin Gaye, Smokey Robinson, Supremes, Temptations e Four Tops,
simultaneamente ao surgimento dos movimentos políticos de afirmação negra. James Brown é
considerado o pai da funk music ao lançar, no início dos anos 1960, o sucesso Make it Funky,
seguido de perto por Sly & the Family Stone. No início dos anos 1970, as trilhas do cinema de ação
negro (conhecido como blaxploitation) tornam-se um veículo para outros nomes do gênero, como
Isaac Hayes, Curtis Mayfield e Roy Ayers. Até grandes músicos do jazz, como Miles Davis e Herbie
Hancock, são então influenciados por esse estilo comunicativo e vibrante.
 
No começo dos anos 1970, o uso de sintetizadores e grupos como Chic e Earth Wind & Fire dão
nova força ao funk e possibilitam o aparecimento da disco music no decorrer da década. Fortemente
baseada no funk, mas substituindo o discurso social pelo hedonismo, ela surge entre os negros e
gays, com elementos de black pop, e vira moda nas danceterias. Alguns dos principais nomes da
disco music são Donna Summer, Jimmy "Bo" Horn, Kool and the Gang, Trammps, Rose Royce e o
alemão Giorgio Moroder.
 
Ainda na década de 1970, George Clinton e seus grupos Parliament e Funkadelic recriam o funk em
suas bases de rhythm and blues mais originais, brutas e enérgicas, apontando novos caminhos. A
partir de então, o gênero adquire um sentido mais amplo ? como dança pop negra ou até mesmo
jazz-funky. Em 1982, o pop-funk Thriller, de Michael Jackson, vende 40 milhões de cópias, um
recorde. O polêmico Prince é o outro grande artista negro do período. Ao longo dos anos 1980, o
funk assume formas diferentes: uma se soma ao rock, especialmente no trabalho de grupos
brancos, como o Red Hot Chilli Peppers; outra se recicla no recém-criado gênero militante chamado
rap, com Afrika Bambaata, Grandmaster Flash, Whodini, Erik B & Rakim, Run-DMC, Ice T e outros.
O funk inaugura um estilo de vida: o jeito de se vestir, de andar, de dançar e uma forma solta de
tocar música.
 
Funk no Brasil ? Populariza-se nos subúrbios do Rio de Janeiro a partir do final dos anos 1970,
destacando-se no soul-funk brasileiro os músicos cariocas (ou radicados no Rio) Tim Maia, Gerson
King Combo, Banda Black Rio, Hyldon, Cassiano, Toni Tornado, Carlos Dafé, União Black,
Azymuth, Sandra de Sá, Claudio Zolli e, mais recentemente, Ed Motta. Em São Paulo, o cantor e
compositor Skowa e os grupos Funk Como Le Gusta e Zomba, da cantora Paula Lima, retomaram o
gênero nos anos 1980 e 1990.
Ainda nos subúrbios cariocas, o nome funk ressurgiu com força no fim da década de 1990 para
designar as vertentes menos politizadas do hip hop: o funk melody, com batida mais rápida, e o
charme, mais lento e romântico. Os "bailes funk" de fins de semana reúnem milhares de pessoas
em galpões da periferia da cidade.

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